A Universidade Federal do Rio de Janeiro publicou novo edital do Concurso de Acesso aos Cursos de Graduação. Pelo o novo documento, os candidatos que faltaram a qualquer uma das provas da 2º fase da UFRJ NÃO terão suas provas corrigidas (como publicou o ECOstância nesta matéria). A Universidade já divulgou a nova lista dos alunos que terão suas provas corrigidas.
Entenda a polêmica
A grande problemática envolvendo a correção das provas da UFRJ estava relacionada ao uso do ENEM como 1° fase do Vestibular e o fato de mais de 40% dos candidatos terem faltado às provas do Vestibular. A UFRJ iria corrigir as provas num número quatro vezes maior que o número vagas (4 candidatos para 1 vaga).
Com isso, muitos alunos ausentes na 2° fase do Vestibular teriam suas provas “corrigidas” , já que estes foram classificados pela nota do ENEM.
Essa situação gerou revolta entre muitos alunos que consideraram ilegal a classificação de alunos que faltaram às provas da 2° fase, valendo-se do trecho do Edital de 28 de outubro de 2009 que prevê que os faltosos em qualquer prova do Concurso seriam eliminados.
A nova situação
Com o novo edital, dos 27.657 candidatos que teriam suas provas corrigidas, 8.193 serão eliminados por terem faltado a qualquer uma das provas da segunda fase. Assim, os faltosos dão lugar a outros 6.332 que estavam de fora da primeira lista (3,1 candidatos por vaga, já que existem cursos que o número de candidatos é menor que quatro vezes o número de vagas).
Repercussão
A decisão da UFRJ causou divisão entre os vestibulandos. Para Vivianne Tufani, a UFRJ tomou a decisão certa: “Agora sim, depois de muitas confusões, a concorrência está como deveria estar e aqueles que não se importaram em fazer a prova da UFRJ estão de fora”, desabafa. Ainda segundo a candidata, “muitos candidatos foram aos dois dias de prova e conseguiram uma recompensa por isso, independente de aprovação. Nossa prova será pelo menos corrigida.”
Entretanto, muitos discordaram da nova medida da UFRJ. Para estes, os alunos que não se classificaram pelo ENEM e que agora estão na nova lista não podem ter as provas corrigidas. Isso porque só seriam corrigidas as provas do que obtiveram as maiores notas do ENEM, independente se o candidato faltou à segunda fase.
No Brasil, o carnaval dura o ano todo…
Charge publicada no jornal “DIÁRIO DO POVO” (Campinas/SP).
Desde o último dia 15, os Estados Unidos tem enviado ajuda humanitária ao Haiti em decorrência do terremoto de magnitude 7 na escala Richter que arrasou o país caribenho. Segundo o Yahoo!, os americanos enviaram um porta-aviões com 19 helicópteros, 51 leitos de hospital, três salas de operações cirúrgicas e capacidade de produzir água potável e refeições. França, Canadá, Cuba, México, Brasil e outros países também estão prestando assistência ao Haiti.
Como vem sendo amplamente divulgado na mídia, o Haiti é o país mais pobre da América Latina. Estima-se que 80% da sua população vive abaixo da linha da pobreza. O que pouco se vê nos jornais é a explicação de como esse país chegou a este cenário de miséria, que ficou mais grave ainda por conta do abalo sísmico. A explicação para tanta pobreza está no processo de formação dessa nação.
No século XVI, após ser descoberto por Colombo, o Haiti se tornou colônia da Espanha. A dominação espanhola se estendeu até 1697, quando o país se torna colônia da França. A independência só viria em 1804, com a expulsão dos franceses.
Mesmo independente, o Haiti nunca conheceu um quadro político estável. O país teve uma série de governantes/ditadores que acabaram depostos por golpes ou assassinados. Chegou até a sofrer uma intervenção militar dos EUA em 1915. Em 1957, chega ao poder o ditador François Duvalier, que foi implacável na perseguição e na tortura aos seus opositores. Com sua morte, assume seu filho Jean Claude Duvalier que fica no poder até 1986, quando foi deposto por um golpe militar. Em 1990, quando o país parecia caminhar rumo à democracia, com a eleição de Jean Bertrand Aristide, ocorre mais um golpe militar. Aristide só voltaria ao poder em 1994. Com um histórico político tão conturbado, é claro que o quadro sócioeconômico do Haiti é delicado. O país possui os piores índices sociais de toda a América Latina.
A pergunta que fica é: por que só agora, com essa recente desgraça que se abateu no país, os demais países voltaram seus olhos para o Haiti?
França e Espanha tem obrigação moral de ajudarem a sua ex-colônia. Os EUA, com um extenso currículo de intervenções em outros países, precisa provar que não faz interferências só quando é movido por interesses próprios.
O terremoto no Haiti não destruiu apenas prédios e estradas. Ele destruiu também o resto de esperança que o povo haitiano tinha em ver seu país livre da miséria. O Haiti não precisa apenas de ajuda humanitária. Mais do que isso, esse país precisa conquistar a sua dignidade. Isso começa a partir de uma divisão de riquezas mais justa que diminuiria a pobreza e melhoraria as condições sociais e econômicas da população. Mas uma divisão de riquezas implica em menor lucro para as grandes potências e suas empresas globais.
Ou seja, o Haiti vai ter que esperar. O lucro está acima de tudo. Infelizmente.
O mundo está acabando? Eis a questão!
Nos últimos meses, a chuva tem destruído os quatro cantos do país! Causando enchentes, afogando e alagando pessoas, casas, móveis, sonhos, construções de uma vida inteira. As pessoas gritam por socorro, choram em desespero, aclamam pela vinda do sol, do verão e o término de todo esse terror que há mais de um mês tira as noites de sono de milhares de famílias. E agora, eu pergunto? Será mesmo a chuva a culpada da destruição, como eu mesma citei no começo desse texto? Ou será que somos nós mesmos os culpados? Ou não existem culpados?
O que você já fez pra salvar o mundo, ou você não acredita nessas ilusões caóticas? A verdade é que a cada mais estamos sendo sugados pela mãe natureza e grande parcela de culpa é nossa. O aquecimento global aumenta cada dia mais, é inexplicável o estado que os aterros de lixões se encontram; a poluiçao está cada dia mais sendo afetada; o ar nas grandes cidades está dominado pelo acúmulo de monóxido e gás carbônico entre outros derivados em prol de desenvolvimento econômico e industrial e caos na saúde da populaçao convenhamos, o estado em que se encontra as florestas do brasil é de extrema precariedade e ainda somos capazes de dizer que não temos ”culpa”com todas essas atrocidades causadas pela mãe natureza nos ultimos tempos?
Pois bem, está mais do que na hora de rever nossos conceitos e nossas atitudes diante de tudo isso, antes que a propria natureza se revolte e os estragos sejam cada dia maiores e piores.

UFRJ confirma que só serão corrigidas as provas dos canditados presentes
O ECOstância entrou em contato com a Coordenação do Concurso de Acesso aos Cursos de Graduação da UFRJ nesta manhã para sanar uma dúvida que tem preocupado vários vestibulandos: quem conseguir se classificar pelo ENEM, mas faltou nas provas da UFRJ terá sua prova corrigida?
Vamos reproduzir a conversa feita por telefone:
ECOstância: Muitos vestibulandos tem questionado sobre os candidatos que faltaram a prova da UFRJ. Estes alunos, caso consigam se classificar pelo ENEM, terão suas provas corrigidas?
Atendente: Não. Se ele faltou a prova, ele está eliminado.
ECOstância: Então na lista do dia 17, só constarão os nomes dos alunos que fizeram a prova da UFRJ?
Atendente: Sim, claro.





O blog ECOstancia.net nasceu no ano de 2008, reunindo vestibulandos aspirantes a uma vaga na UFRJ no curso de Comunicação Social. O nome vem da fusão entra a sigla ECO (Escola de Comunicação) e a palavra estância que significa "lugar onde se está ou se permanece". Assim, surgiu este blog que é um projeto que prentede ser uma extensão das experiências obtidas durante a nossa jornada acadêmica. Sejam todos muito bem-vindos ao ECOstância, o lugar da informação: porque a informação liberta.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), podendo também ser chamada "Universidade do Brasil", é a maior universidade federal do Brasil localizada principalmente na cidade do Rio de Janeiro. Possui dois campi (Ilha do Fundão e Praia Vermelha) e unidades isoladas na capital fluminense.





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